Existem alguns indicadores de alta inteligência em crianças que podem ser analisados para um diagnóstico, afirma a neuropsicóloga Dra. Karliny U.
Crianças com altas capacidades cognitivas e inteligência acima da média precisam de um acompanhamento específico e estratégias educacionais específicas para garantir um bom aprendizado e desenvolvimento das habilidades.
Mas para isso é preciso ter um diagnóstico precoce para os educadores tomarem essas precauções, pensando nisso, um novo estudo publicado na revista científica “Ciencia y Reflexión” pela Neuropsicóloga Dra. Karliny U., pelo Pós PhD em neurociências, Dr. Fabiano de Abreu Agrela, pelo Dr. em Ciências da Saúde, Dr. Francis Moreira e pelo Mestre em Psicologia Murilo Ribeiro, buscou analisar melhor os critérios para essa identificação.
“A observação de comportamentos como a atenção e a análise, a curiosidade insaciável e as competências verbais avançadas podem ajudar-nos a compreender as capacidades cognitivas de uma criança”.
“No entanto, é importante lembrar que a inteligência é variada e influenciada por uma combinação de fatores genéticos, ambientais e educacionais. Cada criança é única e pode exibir diferentes padrões de desenvolvimento”, afirma o estudo.
Fatores que podem indicar inteligência na infância
– Fortes expressões de curiosidade;
– Processamento rápido de informações;
– Gosto por jogos de lógica e quebra-cabeças;
– Apetite por conhecimento;
– Forte percepção do ambiente;
– Conexões inesperadas de várias áreas do conhecimento.
É importante a ajuda de um profissional
De acordo com a neuropsicóloga Dra. Karliny U., apesar desses sinais indicarem uma inteligência acima da média é importante consultar um profissional para uma análise mais detalhada.
“Nem todas as crianças desenvolvem a linguagem da mesma forma, mesmo que sejam muito inteligentes. Isso depende muito do ambiente em que vivem e das interações sociais. Conversar, ler, brincar e incluir atividades que estimulam a linguagem é essencial”.
“Se houver alguma dúvida ou preocupação sobre o desenvolvimento, é importante buscar a ajuda de especialistas, como fonoaudiólogos, psicólogos ou neuropsicólogos para uma análise mais profunda”, explica Dra. Karliny U.

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