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Presidente Molino reage após Trump dizer que retomaria Canal do Panamá


Canal do Panamá: O presidente do Panamá reagiu à fala de Donald Trump, nesse domingo, de que retomaria o controle americano do Canal do Panamá em um futuro governo. O presidente panamenho, José Raúl Molino, disse ainda no domingo que cada metro quadrado do canal e áreas adjacentes pertencem e continuarão a pertencer ao Panamá, e que a soberania e a independência do país não são negociáveis.

Nesta segunda-feira, a presidenta do México, Claudia Sheinbaum, afirmou que o canal pertence aos panamenhos. Em um evento para apoiadores, no domingo, o presidente eleito dos Estados Unidos, Donald Trump, ameaçou retomar o controle da passagem que conecta os oceanos Atlântico e Pacífico, uma das principais rotas comerciais do mundo. Trump acusou o Panamá de cobrar taxas excessivas e disse que não deixaria o canal cair em mãos erradas, em referência à China.

Os Estados Unidos construíram e administraram o canal por décadas, até entregarem o controle em 1999, após um período de administração conjunta.

EUA: Nos Estados Unidos, uma mulher foi morta dentro de um trem do metrô de Nova York após ter o corpo incendiado, neste domingo. De acordo com a polícia, câmeras de segurança flagraram o momento em que um homem usou um isqueiro para atear fogo nas roupas da mulher, que aparentava estar dormindo no vagão. Policiais usaram extintores para apagar o fogo, mas a mulher morreu no local.

Com temperaturas abaixo de zero na cidade nos últimos dias, é comum que pessoas em situação de rua se abriguem do frio no sistema de metrô. O suspeito, um imigrante da Guatemala, foi preso. A polícia acredita que ele não conhecia a vítima, que ainda não foi identificada.

Síria: Na Síria, milhares de mulheres fizeram um protesto na cidade de Qamishli, no nordeste do país, para exigir que os novos governantes islâmicos em Damasco respeitem seus direitos. As manifestantes também condenaram os ataques turcos a regiões controladas pelos curdos. Os curdos da Síria adotam uma política que enfatiza o socialismo e o feminismo, e vinham desfrutando de autonomia em grande parte do norte sírio desde o início da guerra civil em 2011. Mas a Turquia, que é aliada dos rebeldes que derrubaram Bashar al-Assad, vê os curdos como terroristas e não os quer fazendo parte do futuro governo sírio.

*Com informações da agência Reuters




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